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Cinco motos para usar no trabalho diário

Confira aqui boas opções de motocicletas para usar no dia a dia, inclusive como instrumento de trabalho

Pensando nas pessoas que usam motos como instrumento de trabalho, elaboramos uma pequena lista com boas opções para usar no dia a dia, no famoso “corre” diário. Confira a seguir!

Cinco motos para usar no trabalho diário

Honda CG 160 – R$ 15.444 (Fan) / R$ 15.350 (Cargo)

A moto mais vendida do país. Peças fáceis de encontrar, baixo custo e robustez mais do que testada. Vendida atualmente em quatro versões, a melhor para a ralação é a Fan que já tem freio dianteiro a disco e garante mais segurança. Ou então a Cargo (da foto acima), que tem a suspensão reforçada e já vem de fábrica com bagageiro robusto, com acabamento cromado, projetado para transportar até 20 quilos. Isso proporciona mais facilidade para fixação de baús ou cargas avulsas. Em ambas o motor é monocilíndrico de quatro tempos, arrefecido a ar, com eixo de comando no cabeçote e 162,7 cm³. Rende uma potência máxima de 14,9 cv a 8.000 rpm com gasolina (15,1 cv no etanol) e entrega um torque total de 1,4 kgf.m a 7.000 rpm quando a moto está abastecida com gasolina ( 1,54 kgf.m no etanol).

Honda Pop 110i – R$ 9.370

Quer economia de verdade e não liga para design nem desempenho? A Pop 110i é a sua moto para trabalho. Faz uma média de 59,6 km/l, como mostram dados aferidos pelo Instituto Mauá, e tem manutenção de baixíssimo custo. O motor da Honda Pop tem 109,1 cm³ e entrega até 7,9 cv de potência a 7.250 rpm e 0,90 kgf.m de torque a 5.000 rpm, sempre com gasolina. A transmissão é de quatro velocidades e o sistema de partida é no pedal. Apesar da aparência singela, pode ter certeza: essa motoquinha aguenta o tranco!

Honda NXR 160 Bros – R$ 18.686

Que tal uma CG 160 com suspensões mais altas e posição de pilotagem mais confortável? Pois a Bros é isso: uma CG trail para usar na cidade. Como é um pouco mais pesada, são 122 quilos contra 116 quilos da CG, a potência é ligeiramente menor, 14,5 cv a 8.500 rpm com gasolina (14,7 no etanol), mas o torque é pouca coisa maior: 1,46 kgf.m a 5.500 rpm com gasolina (1,60 kgf.m no Etanol). Com esse modelo, você sofrerá muito menos com buracos, valetas e quebra-molas, e terá praticamente os mesmos custos de consumo e manutenção que teria com a CG. Além disso, a moto tem freio a disco nas duas rodas. Pense nisso!

Yamaha Factor 150 – R$ 15.590

Não gostou das opções de motos listadas acima. Então confira mais essa sugestão. A Factor 150 é uma espécie de “CG da Yamaha”. É uma moto feita para o batente, que aguenta a labuta diária com toda dignidade e tem baixos custos compra, uso e manutenção. O motor é um monocilíndrico de 149 cm³, com comando de válvulas simples no cabeçote, que entrega 12,2 cv de potência com gasolina (12,4 cv no etanol) e torque máximo de 1,3 kgf.m com os dois combustíveis Quem quiser gastar um pouco menos, tem como opção a Factor 125, equipada com o velho motorzinho de 125 cm³ de 11 cv de potência e 1,2 kgf.m de torque, e que custa R$ 1.000 a menos. Além do tamanho do motor, o que muda entre as duas são alguns acabamentos.

Yamaha XTZ 150 Crosser – R$ 19.690 (S) / 19.890 (Z)

Assim como comparamos as Honda Bros e CG, aqui a comparação é a mesma entre Crosser e Factor. Ou seja, a Crosser é uma “Factor trail”. E tem as mesmas vantagens que a Bros tem sobre a CG: embora use o mesmo motor da urbana street, tem suspensões mais altas e posição de pilotagem mais retinha. Assim, proporciona mais conforto e menos sofrimento em pisos ruins. É vendida em duas versões, S e Z, cujas únicas diferenças são o para-lama dianteiro baixo ou alto e os preços. As duas são bonitinhas, então ainda dá pra dar uns rolés sem parecer que está trabalhando!

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